Sentados em um elevador quebrado, discutem arduamente e exaustos desabafam:
- Não posso mudar quem eu sou...
- Nem eu...
- E o que faremos agora?
- Não estou com vontade de falar...
- Okay, nem eu...
Ela deita a cabeça em seu ombro e suspira...
Quando o amor não é suficiente para sua vida e ao mesmo tempo indispensável... Como lidar com tantas diferenças e necessidades?
Quando cegamos de tantas dores e rebeldias e a madruga assola com lembranças...
Inevitavelmente, segue-se em frente, incompletos, entretanto, adiante... Conscientes que racionalmente é o correto... Emocionalmente fragmentados...
Expondo convicções escritas e verbais de suficiência e indiferença... Intrisecamente vedados aos sentimentos...
Desapego e afeto, realmente, a quem estamos tentando enganar, aos outros, a pessoa que está apenas ocupando um espaço para nossa fuga ou para aqueles que deixamos para trás por divergências nada cedíveis?
...
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sábado, 10 de março de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Último ato...
Ela estava sentada no topo de uma montanha, observando o horizonte, pensando nas pessoas, problemas, lembranças que rodearam sua vida, quando sentiu um vento soprando em seus ouvidos e disse sem pensar...
- Vento, diga que eu o amo...
Depois lançou-se com os braços abertos, olhos fechados e coração pesado em direção nenhuma, apenas caindo como suas lágrimas caiam antes e molhavam o chão...
- Vento, diga que eu o amo...
Depois lançou-se com os braços abertos, olhos fechados e coração pesado em direção nenhuma, apenas caindo como suas lágrimas caiam antes e molhavam o chão...
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